O dente de Natal

O dente de Natal

Depois de cantar as canções de Natal e pendurar as meias, por que não ler uma história especial de Natal para seus filhos? É um presente para você do mestre contador de histórias Odds Bodkin. Somente as probabilidades poderiam contar uma história em que o Fada dos Dentes fica preso em uma chaminé com o Papai Noel! Basta clicar no Imprimir este artigo botão na parte inferior da tela e você está no seu caminho.

Capítulo um
O dente de Alfred Peter Wannamaker saiu na véspera de Natal. 'Mamãe', ele perguntou, 'a Fada do Dente também usa a chaminé?'
'Isso é um mistério', respondeu sua mãe.
“Acho que devo colocar alguns biscoitos extras e leite”, disse Alfred.
— Acho uma boa ideia — concordou a mãe.
Alfred ficou em uma cadeira da cozinha e se certificou de que tudo estava pronto. 'Mamãe', ele perguntou, 'você acha que eles se conhecem?'
'Quem?' perguntou sua mãe.
'Papai Noel e a Fada do Dente.'
— Não vejo por que não. Ambos visitam crianças à noite.

[insert_object] Mais tarde naquela noite, Alfred enfiou o dente embaixo do travesseiro e adormeceu. Ele acordou pouco tempo depois. Ele ouviu alguma coisa. Batendo. Fraco e distante. Da parede. Ele se sentou. Apenas sua luz noturna brilhava. Não, não era a parede. A pancada vinha da grande protuberância na parede. Alfred tentou se lembrar do que aquela grande protuberância estava fazendo ali. Então ele se lembrou. Papai tinha dito que era a chaminé.
Alfred pulou e correu escada abaixo. Vozes. Eles ficaram mais altos quando Alfred desceu as escadas com seu salto mais rápido. Duas vozes. Adultos. Alfred correu até a lareira. Fora ideia dele nunca acender lenha na véspera de Natal. Agora ele estava feliz, porque alguém estava dentro da chaminé.

Capítulo dois
— Bem, como eu poderia saber? perguntou uma voz mal-humorada da escuridão.
'Por ser sensível', respondeu uma voz encantadora e risonha. — Por que você está tão rabugento?
Alfred espiou lá dentro. Estava escuro. 'Olá?' chamado Alfredo. A adorável voz no escuro disse: 'É o pequeno Alfred. Estou aqui pelo dente dele.
— Eu sei exatamente quem ele é.
Alfred olhou mais atentamente para a escuridão.
'Papai Noel, Fada do Dente, é você?' ele chamou.
— Sim, Alfred, somos nós. Papai Noel parecia muito infeliz.
'Você está bem?' Alfredo estava preocupado.
'De alguma forma', riu a Fada do Dente, 'nós dois chegamos no mesmo momento. Receio que estejamos... presos.
– Não se preocupe – chamou Alfred. Ele estava muito animado. 'Eu vou salvar você!'

Alfred correu para cima. Ele colocou o dente no bolso do pijama e pegou sua pequena lanterna vermelha. De volta à lareira, ele a acendeu e olhou para cima. Ele podia vê-los. Eles foram esmagados juntos cerca de quinze tijolos.
— Você pode nos ver agora, Alfred? perguntou a Fada do Dente.
'Sim. Oi — ofegou Alfred. — Sempre quis ver você. Ele arrastou uma cadeira para a lareira e ficou de pé sobre ela. Alfred estendeu a mão.
'Beleza antes da sabedoria', resmungou Papai Noel.
'Neste caso', respondeu a Fada do Dente, 'é a magreza que conta.'

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Capítulo três
Alfred puxou a mão brilhante da Fada dos Dentes e ela empurrou para longe do Papai Noel. Ela flutuou para fora da lareira e caiu de pé. Um momento depois, Papai Noel estava lá, um pano fuliginoso enrolado em sua cabeça e mandíbula. Alfred não sabia o que dizer. 'Você gostaria de alguns biscoitos e leite?'
'Biscoitos? Qualquer coisa menos biscoitos! gemeu Papai Noel.
'O que está errado?' perguntou Alfredo.
'Dente ruim', disse o Papai Noel, estremecendo enquanto bebia um pouco de leite.
'Eu pensei isso', disse a Fada do Dente. 'Deixe-me ver.'
'Tenho filhos para visitar!' resmungou Papai Noel enquanto a Fada do Dente abria sua boca.
'Este dente tem que sair', disse ela.
– Eu sei, eu sei – resmungou Papai Noel.
— Há quanto tempo alguém não olha para isso? ela perguntou.
'Ah, eu não sei. Cem anos, mais ou menos — suspirou o Papai Noel. — Estou muito ocupado, você deve saber.
'Bem, vamos cuidar disso agora', disse ela, 'ou só vai piorar.'
'Alfred, vou precisar de uma cadeira e uma pia', disse a Fada do Dente. Alfred os levou para a cozinha. A Fada do Dente sentou-se ao lado do Papai Noel na mesa. Alfred sentou-se em frente a eles. A Fada dos Dentes lavou as mãos, depois dobrou as asas ao redor do Papai Noel. Alfred ouviu um ai. — Pronto — disse ela, erguendo o dente muito velho do Papai Noel. 'Agora sorria para mim, Sr. Claus.' Papai Noel tentou sorrir.
'Oh, essa é a lacuna', ela riu. — Você terá que substituí-lo.
— Você pode ficar com meu dente, se quiser — disse Alfred.
'Alfred', disse a Fada do Dente, 'se não estiver debaixo do seu travesseiro, não posso deixar uma moeda para você.' Alfred sempre adorou encontrar aquela moeda debaixo do travesseiro. Mas isso era mais importante. Ele deu seu dente ao Papai Noel. Os olhos do Papai Noel brilharam. Ele o entregou para a Fada do Dente.
— Muita infância nele — disse ela. — Acho que vai crescer bem.
Ela fechou as asas ao redor do Papai Noel.
'Bem... aqui!' ela disse, então abriu suas asas.
'Ho ho ho!' riu Papai Noel, pulando. 'Isso é maravilhoso!' Ele sorriu para Alfred e o abraçou, dizendo: 'Obrigado, obrigado!' de novo e de novo. O dente de Alfred estava dentro do sorriso feliz do Papai Noel.
'Alfred', disse a Fada do Dente. — Isso foi muito generoso.
Alfred sorriu, depois bocejou a despeito de si mesmo.
'É tarde', disse o Papai Noel. 'Eu realmente deveria ir. Mas sempre cuidarei do meu dente, Alfred Peter Wannamaker.
Eles o levaram para cima e o aconchegaram.

Capítulo quatro
'Boa noite, Alfred', disse a Fada do Dente.
'Feliz Natal, Alfred', riu o Papai Noel.
Alfred olhou para eles. 'Vou me lembrar disso?' ele perguntou, bocejando novamente. A Fada do Dente e o Papai Noel se entreolharam. Só as crianças mais simpáticas do mundo se lembram das coisas mágicas, elas sabiam.
'Você quer?' perguntou Papai Noel. Alfred assentiu que sim.
'Então você deve', respondeu a Fada do Dente. A última coisa que Alfred viu naquela noite foi a mão dela passando pelo rosto dele.
Na manhã de Natal, Alfred pulou da cama e correu escada abaixo. Houve presentes maravilhosos. Foi só mais tarde que ele se lembrou de seu travesseiro.
Abaixo dela havia uma caixa longa e fina amarrada com uma fita vermelha. A nota dizia 'De S. e T.F. - Para o resto deles, apenas no caso'.
Ele abriu. Era uma escova de dentes feita de chifre de rena.
Então Alfred se lembrou.

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